Campo Mourão,
 
 
22/9/2019
MARILUZ
Mariluz: homenagem à Marília no Estado de São Paulo



A principal avenida de Mariluz leva o nome de Marília. Tem três quilômetros e duas grandes rotatórias, separadas por 1 quilômetro. Ao contrário da maioria das pequenas cidades do Paraná, a avenida principal não é continuação de rodovia. Se alguém com mais de 60 anos passar pela área central de Mariluz, vai lembrar um pouco o início da cidade de Maringá, embora os fundadores não sejam os mesmos.




Em uma das rotatórias está a igreja Matriz Santo Antonio. A paróquia pertence a Diocese de Campo Mourão. Mariluz tem 10 mil 354 habitantes e está localizada a 98 quilômetros de Campo Mourão (via Moreira Sales). Em população está na posição 192 entre os 399 municípios do Paraná. Em economia está em 308º lugar. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento.




Mais da metade da cidade de Mariluz tem rede de esgoto. Começou a ser formada no começo dos anos 50 através de iniciativa da Colonizadora Mariluz. O nome foi dado pela Colonizadora para homenagear os pioneiros oriundos da cidade de Marília (São Paulo). Até 1963 foi distrito de Goioerê.




As principais culturas agrícolas são soja e milho que ocupam cerca de 30 mil hectares. Destaque também para a cana com quase 7 mil hectares. Tem cerca de 20 mil cabeças de gado

Na cidade existem cerca de 3 mil e 300 residências; 256 empresas comerciais e prestadoras de serviços e 24 pequenas indústrias. Conta com agência do Banco do Brasil.

Mariluz tem um grande assentamento (MST) denominado Nossa Senhora Aparecida. Está localizado a 25 quilômetros do centro da cidade. Ali são são produzidos mandioca, palmito, leite e gado. Hoje os moradores da cidade não enxergam a comunidade como assentamento, mas sim um bairro do município.




Nos anos dourados do café, Mariluz também era conhecida como "Princesinha do Oeste". O rápido desenvolvimento foi interrompido na madrugada de 18 de julho de 1975 com a geada negra que dizimou os cafezais em todo o Paraná. Muitos produtores de café faliram. As propriedades foram compradas por grandes fazendeiros.

FOTO - Estação rodoviária de Mariluz.



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