Falecimentos em Campo Mourão no dia 16 de agosto

Mário Simão, 70 anos. Velório no Prever. Sepultamento dia 17.

Nelson Xavier de Paiva, 60 anos. Velório no Prever. Sepultamento dia 17.




























ALTAMIRA DO PARANÁ /

ALTO PARANÁ/

AMAPORÃ /

AMPÉRE /

ÂNGULO /

ANTONINA /

APUCARANA /

ARAPONGAS /

ARARUNA /

ASSIS CHATEUBRIAND /

ASTORGA /

ATALAIA /

BOA ESPERANÇA /

BOM SUCESSO /

CAMPINA DA LAGOA /

CIANORTE /

CHOPINZINHO /

CIDADE GAÚCHA /

CORONEL VIVIDA /

CRUZEIRO DO OESTE /

CRUZEIRO DO SUL /

DIAMANTE DO NORTE /

DOUTOR CAMARGO /

ENGENHEIRO BELTRÃO /

ESTRADA DE TERRA ALTAMIRA DO PARANÁ A LARANJAL

EXPO LONDRINA 2019 /

FAROL /

FÊNIX /

FORMOSA DO OESTE /

FLORESTA /

FLÓRIDA /

FRANCISCO ALVES /

GUAIRAÇÁ /

GUARATUBA /

IBIPORÃ /

IGUARAÇU /

INAJÁ /

INDIANÓPOLIS /

IRACEMA DO OESTE /

IPORÃ /

IRETAMA /

IRATI /

ITAGUAJÉ /

ITAMBÉ /

ITAÚNA DO SUL /

IVATUBA /

JANDAIA DO SUL /

JAPURÁ /

JARDIM OLINDA /

JESUÍTAS /

JURANDA /

LARANJAL /

LARANJEIRAS DO SUL /

LINDOESTE /

LOANDA /

LOBATO /

LONDRINA /

LUIZIANA /

MAMBORÊ /

MANDAGUAÇU /

MANDAGUARI /

MARECHAL CÂNDIDO RONDON /

MARMELEIRO /

MARQUINHO /

MARIA HELENA /

MARIALVA /

MARILENA /

MARINGÁ /

MARIPÁ /

MATINHOS /

MERCEDES /

MORRETES /

NOVA AURORA /

NOVA CANTU /

NOVA ESPERANÇA /

NOVA LONDRINA /

NOVA OLÍMPIA /

NOVA SANTA ROSA /

PAIÇANDU /

PALMEIRA /

PALMITAL /

PALOTINA /

PARAÍSO DO NORTE /

PARANACITY /

PARANAGUÁ /

PARANAVAÍ /

PATO BRANCO /

PEABIRU /

PEROBAL /

PITANGA /

PLANALTINA DO PARANÁ /

PONTAL DO PARANÁ /

PORTO RICO /

PRESIDENTE CASTELO BRANCO /

QUARTO CENTENÁRIO /

QUATRO BARRAS /

QUATRO PONTES /

QUERÊNCIA DO NORTE /

QUINTA DO SOL /

RANCHO ALEGRE DO OESTE /

REALEZA /

RENASCENÇA /

RIO BONITO DO IGUAÇU /

RIO IVAÍ PELA BALSA /

ROLÂNDIA /

RONCADOR /

RONDON /

SABÁUDIA /

SANTA ISABEL DO IVAÍ /

SANTA MÔNICA /

SANTO ANTONIO DO CAIUÁ /

SÃO CARLOS DO IVAÍ /

SÃO JOÃO DO CAIUÁ /

SÃO PEDRO DO IVAÍ /

SÃO PEDRO DO PARANÁ /

SÃO TOMÉ /

SARANDI /

SAUDADE DO IGUAÇÚ /

TAMBOARA /

TERRA RICA /

TOLEDO /

TRÊS MORRINHOS (Terra Rica) /

TUNEIRAS DO OESTE /

UBIRATÃ /

UMUARAMA /

UNIFLOR /

VITORINO /


   














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KARATÊ DO COLÉGIO VICENTINO SANTA CRUZ É DESTAQUE..

A participação dos nossos alunos caratecas foi muito especial, pois eles tiveram um excelente desempenho no 47° Campeonato Paranaense de Karatê, realizado neste sábado, dia 10 de agosto, em Campo Mourão, com a presença de mais 400 atletas. Parabéns à Professora Mirian e atletas pela dedicação!







Munhoz de Mello: perdeu 10 mil moradores após geada



A principal avenida de Munhoz de Mello (foto) é o prolongamento da PR-550, que serve de ligação com Astorga e Santa Fé. Nessa via denominada de "Getúlio Vargas", tem lotérica, agência do Bradesco, e um bom local para tomar chopp. A cidade está localizada a 135 quilômetros de Campo Mourão e pertence a região de Maringá.




Até 1956 foi distrito de Astorga. O aniversário é comemorado em 3 de novembro. Tem 3.958 habitantes. Em população é a 350ª entre os 399 municípios do Paraná. Em PIB per capita é a 274º. Apresenta 8% de domicílios com esgotamento sanitário adequado. Na imagem acima a "Academia Municipal de Saúde".




Pela ordem, as maiores áreas de agricultura são de soja (5.000 hectares); milho (4.200) e cana (2.250). O café que provocou o surgimento da cidade ocupa hoje apenas 20 hectares. No município também existe uma grande produção de frangos e um ótimo plantel bovino.




Davi Oliveira, mais conhecido por "Mexicano", disse que o setor industrial que mais emprega em Munhoz de Mello é de confecções e o Frigorífico Frimais, que produz linguinças, salames e salsichas. O primeiro nome da localidade foi Interventor Manoel Ribas, mas com a emancipação passou para Munhoz de Mello, em homenagem ao então presidente do Tribunal de Justiça do Paraná. Com a geada de 1975, que dizimou os cafezais o município perdeu cerca de 10 mil habitantes.




São Sebastião é o nome da Paróquia, que pertence a Diocese de Apucarana.

Munhoz de Mello tem como prato típico, o “Porco Sertanejo", com palmito assado, que é servido em ocasiões especiais. Tem ainda a festa da “Leitoa Vileira" no forno de lenha. Em janeiro, acontece a festa do padroeiro, quando é servida costela assada em fogo de chão.

Em novembro, durante o aniversário, acontece a Exposição com shows, rodeios e praça de alimentação.







Barbosa Ferraz: capital paranaense do crochê



A cidade de Barbosa Ferraz está localizada a 69 quilômetros de Campo Mourão, via Luiziana e 78 km, passando por Engenheiro Beltrão. O município tem 12 mil 656 moradores. Está na posição 153 entre os 399 municípios paranaenses. Em riqueza econômica, incluindo o PIB per capita, está em 373º. Cerca de 40 por cento da cidade tem rede de esgoto.




A movimentação de pessoas e veículos na cidade é maior que em muitas cidades do mesmo porte. Alguns comerciantes explicam que isso se deve a existência de pequenas propriedades no município e ao redor. Só em Barbosa Ferraz, são 909 propriedades rurais. Também é uma das poucas abaixo de 13 mil habitantes que ainda tem rodoviária.




A área onde hoje se localiza Barbosa Ferraz, foi comprada do Governo do Estado, em 1939, pelo engenheiro civil Joaquim Vicente de Castro (primeiro prefeito de Londrina). A venda dos lotes sob responsabilidade da Imobiliária Paraná, sediada em Londrina, começou em 1948. O nome do município é uma homenagem ao major Antônio Barbosa Ferraz Júnior, um dos colonizadores do norte do Paraná.




Dos 12 mil 653 habitantes de Barbosa Ferraz, 3.069 moram na área rural. Nos anos 60 ganhou fama nacional pela produção de menta. Em 25 de julho de 1960, através da Lei Estadual, o distrito que pertencia a Campo Mourão foi elevado à categoria de município. A instalação oficial ocorreu no dia 15 de novembro de 1961. Na área rural existem cachoeiras como São Joaquim, Saltinho e Salto, além da bela capela do Bairro São Joaquim, a 3 quilômetros do centro.




Barbosa Ferraz é conhecida como capital paranaense do crochê e pela festa country que acontece no santuário Santa Rita de Cássia (veja especial sobre o Santuário logo abaixo). Um ramo de atividade bastante desenvolvido é o de confecções, inclusive com filiais de empresas de Cianorte. O município realiza a Expocrochê. A cidade tem fabricas de barbante, fiação e tecelagens.




Além do Santuário de Santa Rita, a cidade tem a igreja matriz Nossa Senhora das Graças (padroeira) que pertence a Diocese de Campo Mourão.

O prato típico de Barbosa Feraz é o "Porco Garantido", servido tradicionalmente em setembro. É bom lembrar que o aniversário do município é 25 de julho.




Para fazer caminhadas pela área central de Barbosa Ferraz é preciso estar na mais perfeita forma física.

As maiores áreas de agricultura são destinadas ao cultivo da soja e milho, porém tem uma produção diversificada com feijão, café, cana, bovinos, frango, maracujá, mel, leite e até melancia.

Embora tenha incentivado a indústria de confecções, o comércio e prestação de serviços ainda são os grandes geradores de empregos.

Barbosa Ferraz tem cerca de 4 mil residências na área urbana outras 700 na zona rural.







Barbosa Ferraz - Santuário de Santa Rita de Cássia



O Santuário Santa Rita de Cássia, está localizado em um dos pontos mais altos da cidade de Barbosa Ferraz. Pertence a Diocese de Campo Mourão. Foi elevado à paróquia em março de 1987, por decisão do falecido Bispo Dom Virgilio de Pauli. O primeiro padre foi o José Kalfhues. Administrou até janeiro de 1993.




A construção do templo atual começou em janeiro de 1993 sob o comando do padre José Donisetti Pitondo. No dia 22 de novembro de 1998, a paróquia era elevada a condição de Santuário Diocesano de Santa Rita de Cássia. A cerimônia foi presidida pelo Bispo Dom Mauro Aparecido dos Santos, recém chegado para comandar a Diocese de Campo Mourão.




O templo é visitado diariamente e faz parte de roteiros religiosos como a Rota da Fé, Romaria da Terra. O Santuário também promove a grande Festa Country do município. No evento realizado anualmente, acontece um show de prêmios. A parte da frente (foto) foi construída vários anos após a edificação da primeira. Ou seja, teve a frente modificada após virar Santuário.




A igreja é dividida em duas grandes áreas. A mais moderna (foto), conta com espaço de celebração com cadeiras em forma de teatro. No mesmo espaço existe a gruta, um lago com peixes. Na época do Natal esse local recebe o presépio.




Na parte mais antiga do Santuário são celebradas as missas tradicionais. É bom salientar que o primeiro mosteiro da diocese de Campo Mourão está localizado no município de Barbosa Ferraz e foi fundado pelos padres Alfredo Rafael Belinato Barreto e Claudemir Afonso Caprioli. A Ordem Monástica chamada Oikokalos significa morada da beleza (do grego oikos, quer dizer casa, morada e kalos que significa belo, beleza).















O Santuário é administrado pelo padre Carlos César Candido que atuou no Santuário de Aparecida em Campo Mourão e na capela do Jardim Copacabana, hoje Paróquia do Perpétuo Socorro. Ele nasceu em Peabiru, em 1970, onde ainda residem seus pais. Foi ordenado em 2004.

"Nossa proposta é sempre ampliar o Santuário para acomodar os fiéis", disse o padre. Lembrou que Barbosa Ferraz é um município pequeno com poucos recursos, mas se destaca no cenário religioso do Paraná.







Mariluz: homenagem à Marília no Estado de São Paulo



A principal avenida de Mariluz leva o nome de Marília. Tem três quilômetros e duas grandes rotatórias, separadas por 1 quilômetro. Ao contrário da maioria das pequenas cidades do Paraná, a avenida principal não é continuação de rodovia. Se alguém com mais de 60 anos passar pela área central de Mariluz, vai lembrar um pouco o início da cidade de Maringá, embora os fundadores não sejam os mesmos.




Em uma das rotatórias está a igreja Matriz Santo Antonio. A paróquia pertence a Diocese de Campo Mourão. Mariluz tem 10 mil 354 habitantes e está localizada a 98 quilômetros de Campo Mourão (via Moreira Sales). Em população está na posição 192 entre os 399 municípios do Paraná. Em economia está em 308º lugar. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento.




Mais da metade da cidade de Mariluz tem rede de esgoto. Começou a ser formada no começo dos anos 50 através de iniciativa da Colonizadora Mariluz. O nome foi dado pela Colonizadora para homenagear os pioneiros oriundos da cidade de Marília (São Paulo). Até 1963 foi distrito de Goioerê.




As principais culturas agrícolas são soja e milho que ocupam cerca de 30 mil hectares. Destaque também para a cana com quase 7 mil hectares. Tem cerca de 20 mil cabeças de gado

Na cidade existem cerca de 3 mil e 300 residências; 256 empresas comerciais e prestadoras de serviços e 24 pequenas indústrias. Conta com agência do Banco do Brasil.

Mariluz tem um grande assentamento (MST) denominado Nossa Senhora Aparecida. Está localizado a 25 quilômetros do centro da cidade. Ali são são produzidos mandioca, palmito, leite e gado. Hoje os moradores da cidade não enxergam a comunidade como assentamento, mas sim um bairro do município.




Nos anos dourados do café, Mariluz também era conhecida como "Princesinha do Oeste". O rápido desenvolvimento foi interrompido na madrugada de 18 de julho de 1975 com a geada negra que dizimou os cafezais em todo o Paraná. Muitos produtores de café faliram. As propriedades foram compradas por grandes fazendeiros.

FOTO - Estação rodoviária de Mariluz.






Denir Daleffe: "Ser Pai"



Ser Pai é ser herói na infância, exemplo na adolescência e amigo na idade adulta. Pai é uma grande responsabilidade. Por uma vida no mundo e ser responsável por ela.

Não é fácil. É preciso muita dedicação, abrir mão de algumas coisas e de muita atenção, amor e carinho.

Ser Pai é criar um ser humano para ser melhor do que nós mesmos, é ensinar tudo aquilo que aprendemos e responder coisas da qual no fundo não fazemos idéia da resposta. É se superar a cada dia, para ser alguém melhor para os nossos filhos.

Então valorize muito seu Pai. Agradeça tudo o que ele proporciona na sua vida. É muita sorte ter alguém no nosso lado para nos proteger e ensinar, dando aquilo que precisamos.

Todo mundo diz sobre aquela velha história, que pai é quem cria. Então não tenha medo de demonstrar o seu carinho pelo seu, seja ele quem for: o avô, tio, padastro ou algumas vezes até sua mãe.

Se Você tem um pai presente na sua vida, dê a ele um grande abraço e diga-o o quanto ele é importante.

Eles cumprem um papel fundamental e necessário na nossa criação, a qual devemos ser grato todos os dias. Pai é aquele cara que vai estar lá por você. Ele irá cumprir diversas funções na sua vida, vai se virar em 30 para aprender coisas as quais jamais soube fazer.

Vai ser cozinheiro, contador de história, super-herói, guerreiro, professor, protetor e tudo o que você precisar. Até hoje não sabemos de onde eles tiram esta energia e disposição para nos suportar.

A todos os Pais o nosso carinho e as nossas orações pelo seu dia. Feliz dia dos Pais.



Xambrê: cidade da jogadora Thaisa da seleção de futebol



Xambrê é uma cidade localizada a 127 quilômetros de Campo Mourão e que integra a região de Umuarama. O município tem 5 mil 728 moradores. Está na posição 266 entre os 399 do Paraná. Em economia ocupa o 388º lugar. A principal avenida (foto), que leva o nome do fundador Alberto Byington, tem cerca de 1 quilômetro e meio de extensão e conta com um largo canteiro que transforma todo o trecho em jardim.




A avenida principal tem 3 rotatórias, em uma delas (foto) fica a Casa da Cultura. Menos de 20 por cento da cidade tem rede de esgoto. O nome Xambrê, faz referência ao Rio com o mesmo nome. Mas vários moradores disseram que o nome é ligado ao engenheiro francês Chambert ou de origem indígena, referindo-se ao cacique Jambrê, que tinha na época, grande influência no Vale do Piquiri.




A segunda rotatória da avenida principal para quem segue no sentido a Alto Paraíso (foto), pode ser considerada como a principal praça da cidade. Até 1961, Xambrê era distrito de Cruzeiro do Oete. Nos anos 1.600 a região era ocupada por muitas tribos indígenas, mas desapareceram após ações dos bandeirantes. Somente no século 20 é que se registra novamente a presença de pessoas naquela área. A cidade começou a ser formada em 1950, quando as terras foram compradas pela Companhia Byington de Colonização.




Na terceira e maior rotatória da avenida principal, funcionam as secretarias municipais de esporte e da agricultura e pecuária. Sendo o ponto mais alto, em um dos espaços foi instalada uma estátua religiosa, "para abençoar a cidade", citam os fiéis.

As maiores áreas com agricultura estão com cana e mandioca. Apenas 385 hectares de soja. Destaque também para o rebanho bovino e criação de frangos, O setor industrial emprega cerca de 250 pessoas. Em torno de 400 pessoas trabalham nos setores comercial e prestação de serviços. A cidade tem 1.782 residências (2017); 103 empresas comerciais e 8 industriais.




A Paróquia Nossa Senhora do Carmo, pertence a Diocese de Umuarama. Em janeiro o município realiza a Festa de São Sebastião. A festa da padroeira é realizada em julho (dia 16). No mesmo mês acontece a festa do aniversário do município (26).

Em Xambrê, nasceu a jogadora de futebol, Thaisa Moreno, destaque da seleção brasileira feminina. Ela é filha de um comerciante e de uma professora da cidade. Em 2019, após atuar pela seleção brasileira na Copa do Mundo foi contratada pelo Real Madrid.




O local mais frequentado pelos moradores é a Prainha do Rio Xambrê. Fica na divisa com o município de Umuarama. Tem lanchonete, quiosques e sanitários. É administrado pela prefeitura.

Um fato curioso que os moradores lembram é quando um velório foi interrompido pela polícia e o falecido foi levado ao IML. O que preocupa a população é o assoreamento do Rio da Abelha.



Floraí: cidade onde nasceu a atriz Nicole Puzzi



Floraí é um município da região de Maringá, localizado a 129 quilômetros de Campo Mourão. O município tem 4.953 habitantes. As principais ruas e avenidas são nominadas com nomes de personalidade da história do Brasil como José de Alencar, Rui Barbosa, Pedro Álvares Cabral, Santos Dumont, Duque de Caxias e Monteiro Lobato. Floraí é mais um dos municípios fundados pela Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, a mesma de Londrina, Maringá, Cianorte, Umuarama entre outras.




A companhia começou a vender os primeiros lotes em 1946. E a primeira área de terra passou a se chamar Fazenda Santa Flor. Naquela época se espalhou pelo Brasil que as terras do norte do Paraná eram férteis e fáceis de comprar e por isso várias vilas foram surgindo. No contrato de compra e venda, existia uma cláusula que resguardava à Companhia Melhoramentos ou ao Estado o direito de construção de uma estrada de ferro e rodovias.




Os primeiros cafezais produtivos de Floraí surgiram em 1952, e Floraí cresceu muito rápido. Foi elevado a município em 1955, deixando de pertencer a Nova Esperança. O golpe veio com a geada de 1975, sem os estímulos governamentais de antes, a cafeicultura entrou em queda, incapaz de se recuperar. Caiu o número de moradores. A exemplo de outros municípios a população recorreu aos centros maiores como Maringá, Umuarama, Londrina, Paranavaí e Apucarana.




A imagem acima mostra a praça principal de Floraí tendo ao fundo as instalações da prefeitura e câmara dos vereadores. Soja e milho são as lavouras mais plantadas.

A indústria emprega cerca de 250 pessoas; o comércio em torno de 150 e a prestação de serviços outras 300. A cidade tem pouco mais de 1.900 residências das quais 300 têm rede de esgoto. A cidade tem uma emissora comunitária de rádio FM.




A Paróquia Imaculada Conceição pertence a Arquidiocese de Maringá. Um dos grandes eventos de Floraí é a Festa das Nações realizada na praça central em vários dias no mês de junho. Inclui shows com artistas de renome nacional.

Floraí vem do verbo florar ou florear. A grafia correta do nome da cidade é com acento agudo no "i".

Uma das pessoas mais conhecidas é a Dona Andressa que vende cachorro quente em um carrinho especial. Todos elogioam o hot dog.

Quem nasceu em Floraí é a atriz global Nicole Puzzi, filha de fazendeiros do município. Fez sucesso nos anos 70 e 80 com vários filmes pornôs. Na televisão participou de novelas na Globo, SBT e Bandeirantes. Na TV teve destaque como a médica Luísa na telenovela Barriga de Aluguel de Glória Perez.



Alto Paraíso: mudou de nome por causa do Ratinho



Alto Paraíso está localizada a 170 quilômetros de Campo Mourão e a 12 quilômetros da divisa com o Mato Grosso do Sul. O município tem apenas 3.206 habitantes, figurando entre os 30 menores do Paraná. Parte do território é banhado pelo Rio Paraná, onde está o Porto Figueira. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 99 por cento. Em economia está na posição 174 dos 399 municípios paranaenses.




Menos de 10 por cento da cidade conta com rede de esgoto. Tem muitas árvores na área central, porém pouca arborização nos setores mais afastados. Por alí passam muitas pessoas que vão pescar em Porto Camargo (Icaraíma) e Porto Figueira. O local também é passagem para quem vai ou vem do Mato Grosso do Sul, principalmente via Narivaí ou Itaquiraí.




A região de Alto Paraíso foi colonizada pela Companhia Brasileira de Imigração e Colonização (Cobrinco), hoje sediada em Osasco (SP) e denominada de Santa Maria Agropecuária Industrial. Os primeiros habitantes chegaram por volta de 1950. A localidade chamava-se "Vila Alta". Virou distrito de Umuarama em 1977, e município em 1990, com instalação em janeiro de 1993.




O nome de "Vila Alta" para Alto Paraíso, só aconteceu em 2004. Dizem por lá que foi por iniciativa do apresentador de televisão Ratinho do SBT. Alguns moradores relatam que Ratinho, que tinha fazenda no município, considerava o termo "Vila" inadequado para uma cidade.

Então foi realizada uma eleição para definir outro nome. Entre as opções estavam: Alto Paraíso, Cidade Alta e Campos Verdes. No dia 18 de fevereiro de 2004, os deputados estaduais aprovaram na Assembleia a troca de nome.




Em Alto Paraíso está instalada a indústria de alimentos Amafil (foto). A mandioca ocupa 1.745 hectares contra 220 hectares de soja e 65 de milho. Com cana são 690 hectares. No município estão entre 110 a 120 mil cabeças de gado, um dos maiores rebanhos do Paraná. Na cidade funcionam pouco mais de 90 empresas.




A Paróquia Nossa Senhora de Fátima (foto) pertence a Diocese de Umuarama.

O evento mais tradicional de Alto Paraíso é a Festa do Peão, realizada em maio. Antecendo a festa tem a eleição da Rainha.

A cidade tem agência do Bradesco e serviços da Caixa através da Casa Lotérica.



Jussara: perdeu 70 por cento da população com a crise do café



Jussara está localizada a 84 quilômetros de Campo Mourão, às margens da PR-323, entre Cianorte e Maringá. Tem 6.983 habitantes. Até 1955 foi distrito de Engenheiro Beltrão. A maior área de agricultura é com soja. Em seguida milho e cana.




Geralmente as entradas das cidades apresentam buracos no asfalto devido ao tráfego pesado, mas em Jussara, um dos acessos teve esse problema resolvido com "pedra bruta": o paralelepípedo.

Em Jussara funciona desde 1981 uma destilaria de álcool da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, empresa que fundou cidades como Londrina, Maringá, Cianorte, Arapongas, Apucarana e Umuarama.




Jussara tinha uma parada de trem. Hoje, parte dos trilhos não existe mais, e o que sobrou é dificil de enxergar (foto). A estação de Jussara foi inaugurada em 1967, e, fazia a linha Cianorte a Maringá (desativada no começo dos anos 80).

Entre os municípios de Jussara e Japurá, em meio a uma floresta administrada pela Companhia Melhoramentos, está localizada a chamada "Lagoa Azul" . Trata-se de lago da Era Glacial. Essa lagoa não é aberta visitação, como forma de preservação (fotos podem ser encontradas na internet).




Jussara surgiu em 1951 com a demarcação das terras pela Companhia Norte do Paraná. O município chegou a ter 17 mil habitantes, mas muitos foram embora após a crise com os negócios do café.




A Paróquia Sagrado Coração de Jesus, pertence a Diocese de Campo Mourão.

O setor industrial é o que mais emprega no município, gerando cerca de 800 empregos. Além de usina de álcool conta com fabricas de telhas.



Paranaguá: Cidade Mãe completa 357 anos nesta segunda (29)



Paranaguá, sede de um dos mais importantes portos do América do Sul, tem 153 mil 666 moradores. Está localizada a 543 quilômetros de Campo Mourão. É o décimo município mais populoso do Paraná.




O salário é o 9º melhor do Paraná. A taxa de escolarização de crianças entre 7 e 14 anos é de 98 por cento. O índice de mortalidade infantil é de 12 a cada 1.000. Cerca de 80 por cento da cidade tem rede de esgoto. É pouco arborizada.




O nome em tupi-guarani significa “Grande Mar Redondo”. O local começou a ser povoado em 1570. Portugal e suas colônias passam para o domínio espanhol e Paranaguá aparece nos mapas como “Baya de la Corona de Castilha”. A povoação cresce, instala sua Câmara Municipal e vira vila com pelourinho e escrivão juramentado. Em 1640, chega o capitão provedor Gabriel de Lara e a família, com investidura de governo militar.




Em 1646, Gabriel de Lara, mandou construir o Pelourinho, símbolo de poder e justiça. Após dois anos a povoação tornou-se vila (distrito) com o nome de Vila de Nossa Senhora do Rocio de Paranaguá.




Morrem os Felipes de Espanha e os portugueses retomam a coroa. Em 1660, Paranaguá tornou-se capitania, passando à condição de cidade em 1842.




Ao ser criada a Província do Paraná, também se criou a Capitania dos Portos, que passou a funcionar em 1854.




Fato marcante para Paranaguá foi a visita de D. Pedro II, em 1880, para o lançamento da pedra fundamental do edifício da estação ferroviária. (FOTO ACIMA). Obra em restauração (MARÇO DE 2019). A estrada de ferro foi tão rapidamente construída que já em 1885 era inaugurada e, até hoje, é motivo de grande orgulho na engenharia nacional.




Em 1935 Paranaguá ganhou o porto Dom Pedro II. Hoje o segundo maior em volume de exportações e o primeiro da América Latina em movimentação de grãos.




Igreja de São Benedito, construída por volta de 1600 a 1650 pela irmandade composta por escravos e alforriados que desejavam frequentar as celebrações litúrgicas da Igreja Católica e cultuar sua crença em São Benedito, santo não aceito pela Igreja Católica, mas escolhido pelo povo como o “Santo dos Pretos”. Possui magnífico acervo.

Paranaguá é dividida em duas: parte nova e parte velha. Guarda quase 400 anos de história. Ladeiras, prédios azulejados, casarões e igrejas.




Paranaguá foi o primeiro município fundado no Paraná, através de Carta Régia, de 29 de julho de 1648. Por isso é considerada como "Cidade Mãe".




Em 1902, foi inaugurada a iluminação elétrica. Em 1908 foi instalado o serviço telefônico e em 1914 o serviço de abastecimento de água e rede de esgotos.




As atrações turísticas estão por toda a parte. Uma delas é o Mercado Municipal, localizado na parte velha. Tem Museu de Arqueologia e Etnologia; Museu do Instituto Histórico e Geográfico. Também possui a linha turismo, um ônibus com visual diferenciado que passa por 26 pontos turísticos.




O fandango é uma dança típica da região de Paranaguá. Chegou ao Paraná por volta de 1750. Aos finais de semana tem apresentações na Ilha de Valadares (foto acima).




Paranaguá realiza todos os anos o desfile das Escolas de Samba, incluindo desfile das campeãs no feriado da terça-feira. A programação de Carnaval é recheada com outras atrações.




Paranaguá tem uma bela mesquita.

A cidade tem aeroporto, mas não conta com linhas comerciais.

O que chama a atenção em Paranaguá é a grande quantidade de andarilhos e pessoas que dormem nas ruas.

Também achei que, muitos prédios prédios públicos ou históricos, precisam de manutenção.




A catedral de Nossa Senhora do Rosário. Em estilo colonial português, é datada do século 18. O templo, construído por escravos e devotos, é uma das edificações mais antigas do Paraná.




A baía de Paranaguá possui cerca de 30 ilhas. Algumas comunidades são costeiras, mas o acesso se dá somente por barcos. Na foto acima, a Ilha de Valadares, ganhou acesso por ponte.




Mas tem um detalhe: na Ponte de Valadares, não passam automóveis. Motocicletas só empurrando. A travessia é a pé. A ilha é habitada por praieiros e pescadores. O acesso de veículos é feito por uma balsa que parte diariamente das 6 da manhã à meia noite, conforme lotação.




Algumas lojas tradicionais como Casas Bahia e Casas Pernambucanas estão instaladas em prédios históricos, que não podem ter as fachadas alteradas.



Cianorte: capital do Vestuário



Cianorte foi fundada em 26 de julho de 1953, pela Companhia Melhoramentos Norte do Paraná – da qual herdou o nome: Cia (Companhia) e norte (de Norte do Paraná). Está localizada a 66 quilômetros de Campo Mourão. Tem 81 mil 393 moradores. No Paraná ocupa a posição 27. Como comparação, Campo Mourão tem 94.212 habitantes e posição 21. No setor econômico Cianorte é a 113º e Campo Mourão a 82º.




A taxa de mortalidade infantil é de 12 por 1.000 nascidos vivos. O índice de escolarização de crianças de 6 a 14 anos está em 98 por cento. Em rede de esgoto, Cianorte ocupa a posição 100 no Paraná.




Ao redor da Igreja Matriz de Cianorte, 15 estações da via sacra foram construídas em ferro. A obra é do artista Aristeo Piovezan. Suas esculturas no ferro são fabulosas. Declarado de esquerda, a via sacra reflete o passado e o presente. Ele conseguiu relacionar a queda de Jesus com o atendimento à saúde da população no Brasil. Uma outra passagem relaciona Jesus ao meio ambiente




Cianorte é uma das cidades mais arborizadas do Paraná. Na área central tem um bosque. Você pode passar de uma avenida a outra caminhando cerca de 200 metros pela mata. Entre atrações estão: o Portal da Moda que dá as boas vindas aos visitantes. A Praça Francisco Kanô que faz homenagem a colonização japonesa. Tem ainda o chamado Pátio Colonial onde se localizava as antigas instalações da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná.




Cianorte foi distrito de Peabiru e depois passou a pertencer a Araruna. O município foi emancipado e instalado em 1953. O traçado urbanístico foi inspirado no projeto de Ebenezer Howard, com sua Cidade-Jardim (mesmo de Maringá).

Além do bosque na área central, a cidade é cercada pelo chamado "Parque Cinturão Verde". A área foi criada no ano 2000. São 423 hectares de mata atlântica que abriga grande variedade de espécies de plantas e animais silvestre.

Cianorte foi uma cidade beneficiada por linha ferroviária até Maringá. A linha foi desativada nos anos 80.




A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, pertence a diocese de Umuarama. Até 1955. O município tem dois distritos: São Lourenço (criado em 1967) e Vidigal (criado em 1984). Cianorte tem bom aeroporto, mas não tem linha aérea comercial.




Em Cianorte estão cadastradas 875 indústrias, muitas na área de confecções, que produzem quase 600 grifes. A cidade é conhecida como a Capital do Vestuário.

A área plantada com cana de açucar é maior que a de soja e milho juntas. Destaque para a produção de frangos. Cianorte tem sete agências bancárias.

Em 2017 a quantidade de ligações de energia elétrica somava 33 mil 403 consumidores. Destas 27 mil residências na área urbana.



Colorado: a capital paranaense do Rodeio



Quem chega à Colorado já é informado que alí é a "Capital do Rodeio". A cidade é referência no rodeio brasileiro, sendo a primeira (março) das cinco grandes Festas do Peão do calendário nacional. A arena onde são realizadas as competições conta com uma arquibancada com capacidade para 15 mil espectadores sentados, além de 40 camarotes e mais de 1.300 lugares nas cadeiras cativas. A primeira edição da festa aconteceu em 1974. O evento é realizado pela Sociedade Rural, e é considerado o maior do gênero no Paraná.




Colorado, que está a 180 quilômetros de Campo Mourão, tem 23 mil 879 habitantes dos quais menos de 3 mil moram na área rural. A maior área agrícola é de cana de açúcar com 18 mil hectares. Soja está presente em apenas 1.455 hectares. Destaque para a criação de bovinos e produção de leite. A cidade é sede de uma das maiores usinas de açúcar e álcool do Brasil, gerando a maior parte dos empregos do município. Um dos produtos é o Açúcar Alto Alegre.




Colorado começou a ser formada em 1948 quando a Companhia Colonizadora Imobiliária e Agrícola de Catanduva dividiu e demarcou os lotes rurais e urbanos. Era a época de ouro do café. Pessoas de todo o país principalmente do estado de São Paulo fixaram moradia no local. Em 1.954, foi elevado a município, deixando de pertencer a Jaguapitã.

Na cidade estão instaladas empresas de rede como Magazine Luiza, Ricardo Eletro e Romera.




O setor industrial de Colorado gera cerca de 4 mil empregos. No comércio estão empregadas mais 1.200 pessoas. A prestação de serviços emprega por volta de 1.600. Conta com agências do Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Caixa Ecônomica Federal. Em todo o município são 10 mil 400 ligações de energia elétrica, das quais 8.612 em residências no perímetro urbano.




A Paróquia é denominada de Nossa Senhora Auxiliadora e pertence a Diocese de Apucarana. Em população, Colorado está na posição 74 entre os 399 municípios do Paraná. No setor econômico ocupa o posto 219. O salário médio de 2,5 mínimos, situa-se entre os 30 maiores do estado. Quase 70 por cento da cidade tem rede de esgoto. O nome da cidade foi ideia da colonizadora.

O centro cidade tem grande movimentação de jovens aos finais de semana. São vários bares e opções de gastronomia.



Moreira Salles: cidade criada pelo fundador do Unibanco



Moreira Salles está localizada a 80 quilômetros de Campo Mourão. Tem 12 mil 606 habitantes. Figura na posição 154 entre os 399 municípios paranaenses. No setor economico está em 327º. O município tem 5 mil 219 ligações de energia elétrica, das quais 626 na área rural (2017). Pouco mais de 200 residências têm rede de esgoto.




O padroeiro de Moreira Salles é São João Batista. A data é comemorada no centro da cidade, com grande festa, por vários dias. O município também realiza a ExpoSalles, incluindo rodeios e shows. O evento acontece no Parque de Exposições




A cidade tem o nome do fundador João Moreira Salles, dado por ele mesmo. Em 1950, comprou as terras daquela região para colonização e plantio de café. Em 1960 foi emancipado de Goioerê.

MOREIRA SALLES - João Moreira Salles, é fundador do que hoje é o maior banco privado do Brasil, o Itaú Unibanco. Até morrer foi presidente do Conselho de Administração e maior acionista do Banco Moreira Salles, da União de Bancos Brasileiros e do Unibanco, antecessores do atual conglomerado.

Entre 1950 a 1960, através da Companhia Exportadora e Importadora União, João Moreira Salles comprou 370 mil hectares nas regiões de Goioerê e Campo Mourão. Salles faleceu em 2 de março de 1968.




Uma curiosidade é que o nome da avenida principal é denominada "João Theotônio Moreira Salles Netto". É a mesma pessoa. Quando criança foi batizado João Theotônio Salles. No lugar de Theotônio, foram incluídos "Moreira", um dos sobrenomes da mãe e também o "Netto". No nome da avenida foram incluídos nome de batismo e as alterações.




A Paróquia São João Batista pertence a diocese de Campo Mourão. Uma das empresas mais conhecidas de Moreira Salles é a indústria de alimentos Mandela com destaque para o café e feijão.

Moreira Salles tem duas emissoras de rádio FM.

O nome Salles do fundador tem dois "L", mas quase ninguém leva isso em conta e escreve apenas com 1.

A cultura da soja abrange 13 mil hectares. A cana de açucar está em 6.500 hectares. Também é grande a produção de frangos e ovos.

A cidade conta com agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.



Icaraíma e Porto Camargo: opções de lazer e pesca



A cidade de Icaraíma está localizada a 173 quilômetros de Campo Mourão e a 12 quilômetros do Rio Paraná. O município tem 8.839 habitantes. Embora pequeno, o município atrai muitas pessoas devido as belezas naturais. No setor econômico ocupa a posição 240 entre os 399 do Paraná. Menos de 10 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Icaraíma tem rios importantes. O Rio Paraná (foto), Rio Ivaí, Rio do Veado e Rio 215. No total são três portos fluviais. O mais importante é Porto Camargo. O município também é abrangido pelo Parque Nacional da Ilha Grande. Ele foi criado em 1997, a partir de um projeto do Instituto Ambiental do Paraná, desenvolvido pelo IBAMA.




O nome do município em Tupi-Guaraní é "Terra Abençoada" e na língua Caigangue, significa Lugar Sagrado. A colonização da região teve início em 1956, quando a Companhia Colonizadora do Norte do Paraná, iniciou a venda dos imóveis. Até 1960 foi distrito de Cruzeiro do Oeste.




A padroeira de Icaraima é Nossa Senhora Aparecida. Entre os principais eventos estão os três dias da Pesca ao Pacu no Rio Paraná (abril); Festa do Peão Boiadeiro (Setembro) e Festa em Louvor a Nossa Senhora dos Navegantes em Porto Camargo, realizada no mês de fevereiro.




O principal ponto de encontro é no distrito de Porto Camargo, que fica a 10 quilômetros do centro de Icaraíma (com asfalto). Tem restaurantes e pousadas. No cardápio quase todos os pratos são preparados com peixe. Um barqueiro nos contou que a maior quantidade de visitantes é de Cianorte, Campo Mourão, Umuarama e Maringá, vários deles com casas na localidade.




É possível fazer passeios de barcos pelo Rio Paraná. Os preços váriam de acordo com a quantidade de pessoas e também do tipo de barco. São várias prainhas.




Da ponte sobre o Rio Paraná, é possível avistar Porto Camargo e também uma das praias de água doce. A ponte tem quase 2 quilômetros de extensão e liga Icaraíma ao município de Naviraí no Mato Grosso do Sul. A obra foi iniciada no final dos anos 80 e faz parte da chamada "Estrada Boiadeira". Um novo trecho da estrada está sendo pavimentado entre Cruzeiro do Oeste e Icaraíma. De Cruzeiro a Campo Mourão o trecho foi concluído.



Santa Cruz do Monte Castelo: homenagem aos "pracinhas"



Santa Cruz do Monte Castelo está localizada a 194 quilômetros de Campo Mourão e a 20 quilômetros da divisa com o Mato Grosso do Sul. Tem 8 mil e 92 habitantes, ocupando a posição 216 entre os 399 municípios paranaenses. No setor econômico é o 109º.




Menos de 10 por cento das residências são beneficiadas com a rede de esgoto. A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 7 para 1.000 nascidos vivos.




Até 1950 as de terras de Santa Cruz do Monte Castelo pertenciam ao Governo do Estado e foram compradas pela Colonizadora Santa Cruz, que dividiu a grande propriedade em terrenos urbanos, chácaras e fazendas. A princípio o nome era apenas Santa Cruz. O "Monte Castelo", foi acrescido por iniciativa de Júlio Mariucci, um dos fundadores, em homenagem a Monte Castelo na Itália, onde os pracinhas brasileiros lutaram na Segunda Guerra Mundial. Foi elevado a distrito de Paranavaí em 1953, e, um ano depois tornou-se município.




A Paróquia de Santa Cruz, pertence a Diocese de Paranavaí. Os principais eventos na localidade são: Expocastelo (janeiro); Festa da Leitoa a Pururuca (outubro) e Festa da Amizade em Dezembro. A cidade tem parque de exposições com arena de rodeio.

Santa Cruz do Monte Castelo, foi notícia nacional no ano de 2016 por ter sido o único município brasileiro que adotou o "Escola Sem Partido". Cartazes espalhados em escolas municipais informavam: "O professor não pode se aproveitar dos alunos para promover seus próprios interesses ou preferências ideológicas, religiosas, políticas e partidárias". A ruas centrais têm nomes de estados brasileiros e países da Europa.



 
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